Maternidade

Você repreende ou defende seu filho?

Essa semana, recebi através de uma rede social um texto a respeito da causa julgada pelo juiz de Direito Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª vara Cível e Criminal de Tobias Barreto/SE, que, considerou  improcedente a ação movida por um aluno contra o professor que tomou seu celular em sala de aula.

Fui pesquisar um pouco cética achando que isso deveria ser mais uma daquelas notícias falsas espalhadas por ai (Acontece que era de verdade (sniff)). A notícia é velha na verdade, aconteceu em 2014, mas é real e ao que parece, não é nem novidade.  Em Fevereiro desse ano, uma causa também foi vencida pelo professor Jeff Kened Barbosa depois que uma aluna, e sua mãe, acionaram primeiro o Conselho Tutelar do Ibura, depois à Gerência Regional de Educação e, por fim, o Ministério Público de Pernambuco buscando reparação contra um professor que mudou a menina de lugar (porque ela estava conversando na aula).

No caso do primeiro aluno citado, o magistrado ainda disse:

“Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os ‘realitys shows’, a ostentação, o ‘bullying‘ intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira”.

Você acha o desfecho dessa história na internet, mas queria focar meu texto hoje na atitude dessas mães. Ambos os casos citados acima tiveram a representação das mães na busca por “justiça”. Mães que “defendem” mas não disciplinam seus filhos.

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Fico aqui pensando O QUE DEU NA CABEÇA DESSAS MÃES? Desde quando tornou-se prioridade “defender” seus filhos de qualquer tipo de disciplina que podem torna-los pessoas melhores.

Cada pai e mãe tem um método para educar seu filho, mas a verdade é que todos nós temos medo de estar errando. Criar filhos é uma experiência incrível, talvez a tarefa mais expressiva e representativa que teremos ao longo da vida mas, um prazer que vem junto com uma responsabilidade incrível. Sim, a responsabilidade é sua! A responsabilidade de educar seu filho é sua, mas não permitir que ele seja corrigido por um erro que cometeu não é educa-lo… é mimá-lo.

Se seu filho se tornar um bandido que não tem valores morais, não respeita a autoridade, não considera o próximo, não pensa no coletivo, não tem limites… quem você pretende culpar?

Quando você acoberta os erros do seu filho, ou tenta punir autoridades que querem fazer o que você deveria estar fazendo, você só passa uma mensagem a eles, a de que não precisam seguir regras… “tudo bem desobedecer professores, tudo bem desrespeitar os mais velhos, tudo bem conversar durante a aula… se alguém tentar te repreender por isso eu estou aqui para te defender.”

Essas duas mães procuraram a justiça para punir dois professores que estavam fazendo o seu trabalho. “Os filhos foram traumatizados” (me poupe viu… se fosse minha época, minha mãe me quebrava um dente e mandava de presente para o professor em uma caixa… mas hoje não), foram traumatizados porque foram corrigidos! Realmente a psicologia venceu a pedagogia e isso é triste.

Cada vez menos se ensinam valores morais para as crianças e adolescentes, mas a gente ainda se pergunta porque o mundo está como está. Nas palavras do próprio juiz Eliezer: “Ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma”.

Não me venha com esse papo de que o mundo mudou, estabelecer limites e exigir disciplina dos filhos não é fácil, mas precisa começar em casa, com os pais, isso não deve mudar. Os valores e princípios que recebemos dos nossos pais (eu pelo menos recebi) devem ser repassados aos nossos filhos. Obediência, disciplina, respeito, honra aos mais velhos, honra às autoridades, isso tudo deve ser mantido!

Não passe essa vergonha que essas duas mães passaram, e não eduque seus filhos com esse tipo de lição!

Quem se nega a disciplinar e repreender seu filho não o ama; quem o ama de fato não hesita em corrigi-lo. Provérbios 13:24

Se você curtiu esse texto, não deixe de compartilhar e de nos seguir! 🙂 

http://sobresersupermulher.com

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2 comentários em “Você repreende ou defende seu filho?

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