Ser mulher

O problema é a falta de amor!

espalhe amor por aí

Eu ia escrever ontem, mas não deu, além de estar muito cansada após passar a tarde e noite dedicada aos cuidados do Miguelzinho, eu estava muito chateada e colocar tanta emoção no meu texto em nada ajudaria rs. O que eu queria mesmo era poder dizer ao mundo… gente:

Hoje, mais calma, fiquei a refletir sobre mais uma questão dos “serumaninhos”… Parece clichê, mas, eu ousaria dizer que o problema da humanidade é a falta de humanidade!!

Não é sobre um mau atendimento que quero refletir, mas sobre a falta de amor, falta de empatia, falta de sensibilidade para se colocar no lugar do outro, sabe? Isso que infelizmente, parece ser mais normal do que anormal hoje em dia. Cada vez mais recebemos um tratamento que demonstra a falta de capacidade de retribuir amor com amor, gentileza com gentileza e dor com ajuda.

Ontem eu passei por uma situação complicada de um mau atendimento em um importante Hospital de Salvador. De lá pra cá, eu ouvi várias pessoas me dizerem “emergência é assim mesmo”… Como assim??? Então é normal sermos maltratados porque as recepções estão cheias?  Então é normal sermos tratados como números e não como pessoas com problemas? Então é normal crianças doentes serem tratadas como problemas? Pessoas carentes sendo desprezadas por gente que se diz inteligente. 😦

Infelizmente, servir ao próximo, é uma atitude que já está em desuso. Meu texto  vem em razão de um desabafo com o atendimento médico que Miguelzinho recebeu, mas não é singular só a essa categoria… Falo sobre a falta de amor. Esse é o nosso problema!

Quando falamos do mau atendimento médico, do atendente do cartório que não te ajuda, do cara do banco que não esta nem ai para o seu problema, da enfermeira que nega um copo de suco para uma criança com fome, da violência no trânsito, da corrupção, do médico que manga do paciente carente (e este fato me deixou tão entristecida que mereceu edição do post…), das dificuldades da vida de uma forma geral, estamos falando, especificamente, de amor, ou melhor, de falta de amor! Parece que esse agora é nosso lugar comum, eu sou mal tratado aqui e maltrato outro ser ali, isso vai seguindo, e seguindo, e seguindo…

Claro que, Graças a Deus, ainda existem exceções. Pessoas dedicadas a amar e servir o próximo com aquilo que podem oferecer. Eu tenho dois amigos mesmo (Rafael e Elisandra) que são meus médicos/enfermeiros/homeopatas/amigos particulares rsrsrs me socorrem semmmmmpre nem que seja pra me dar a receita de um chá… Se houvessem mais “Rafaéis” e “Elisandras” talvez esse post não existisse…

Claro que existem exceções, o lugar onde eu trabalho mesmo, já teria tido um reboliço com uma reclamação como a eu fiz ontem no dito hospital… Até no celular do CEO a manifestação já tinha ido parar. Mas… Por mais que tenhamos no script a conduta para casos semelhantes, ao que parece, não temos mais na essência esse sentimento de sentir a dor do outro…

Depois de descrever minha dor de cabeça ontem em uma rede social, tive alguns amigos especiais que demonstraram toda uma preocupação com o Guel e comigo, gente que me ligou preocupada, me mandou mensagens, me indicou bons profissionais.. uma gotinha de esperança para a humanidade. Essa é a gotinha de esperança no oceano da indiferença!

Essas gotinhas de esperança, pessoas que pensam no próximo, que se preocupam com o próximo, que se disponibilizam a ajudar., são gotinhas que permitem que ainda saibamos que é possível.

Indo para o trabalho pela manhã, ouvi em uma rádio a notícia sobre uma operação da Polícia Federal investigando desvios milionários envolvendo a gestão de unidades de saúde municipal. Parece que verbas grandiosas foram desviadas da saúde para bolsos de pessoas que não fazem nenhuma noção do que é o amor… O resultado disso são médicos e enfermeiros mal remunerados e em péssimas condições de trabalho que acabam por tratar mal seus pacientes, os pacientes por sua vez procuram apoio em planos de saúde caros (e muito caros) para contar com ajuda privada diante da necessidade e isso lota emergências de hospitais que, primeiro precisam garantir que os planos estão ativos para depois atender, fazendo com que pacientes esperem por horas e cheguem aos consultórios estressados, estressando médicos e enfermeiros que tratam mal esses pacientes e… Gira a roda da intolerância e da falta de amor…

Eu te convido a refletir comigo sobre como eu e você, podemos por um fim nesse ciclo de frieza e intolerância. Talvez você só precise de um gesto de amor para iniciar um novo ciclo… Não espere que venha de outros, demonstre amor, devolva amor… Permita ao mundo uma oportunidade de mudar esse triste retrato da humanidade. Tratar o outro como ele gostaria de ser tratado! Esse é o desafio! Afinal, o que se faz com o coração, nunca é obrigação!!!!

#Ficaadica

Se você curtiu esse texto, não deixe de compartilhar e de nos seguir! 🙂 

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